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terça-feira, 29 de maio de 2012

Da Série "Oficiais da Golden Dawn"


Hiereus
 

A posição de Hiereus é no extremo Oeste do Templo, no ponto mais baixo de Malkuth e em sua parte negra, representando um deus terrível e vingativo nos limites da matéria, à beira das qlippoth. Seu Trono é sobre a matéria e vestido de Escuridão, sob seus pés estão o raio e o trovão, duas forças que simbolizam o impacto dos caminhos de Shin e Coph (Fogo,Peixes), terminando em Malkuth. Além disso, ele está ali colocado como um poderoso e vingativo guardião dos Mistérios Sagrados.

Seus símbolos e insígnias são:

O Trono do Oeste nos limites de Malkuth

O Manto de Escuridão
A Espada

A Bandeira do Oeste

É uma bandeira negra, o topo tem aproximadamente 7/8 de lados que são paralelos.
A base tem um calço apontando para baixo que a inclina dez graus da linha vertical.
No centro da bandeira está uma cruz de cavalaria sobreposta a outra
cruz de cavalaria maior que ela , mas de cor diferente. Há um triângulo
equilátero composto por bordas brancas junto à cruz. Esse triângulo
é voltado para cima e quase chega a tocar os limites superiores e inferiores da bandeira.

Lamen


Esse é um anel circular branco que rodeia um espaço negro contendo um
triângulo equilátero virado para cima. O triângulo é composto por bordas
brancas e é negro em seu centro.

“Vingança dos Deuses” é o nome de Hiereus, ele é Hórus na Cidade da
Cegueira e a ignorância ao mais alto.

Hegemon


A posição de Hegemon é entre os dois pilares, cujas bases estão em
Netzach e Hod, na interseção dos caminhos de Pe e sameck no Portal
simbólico da Ciência Oculta, como se fosse a viga do equilíbrio das
Escalas da Justiça no ponto que une os caminhos menores com
o de sameck e forma uma coluna mediana. Ela está lá colocada
como guardiã dos limites de entrada e preparadora dos caminhos do
Entrante daí para a frente. Além disso é quem reconcilia Luz e
Escuridão e a mediadora entre as posições do Hierofante e de Hiereus.

Seus símbolos e insígnias são:

O Manto de puro branco

O Cetro com cabeça encimado por Mitra


“Perante a face dos deus no Limiar” é o nome de Hegemon e ela é a deus Thêmis em dupla forma, Thmais e Thmait.

O Lamen de Hegemon:

É um anel circular preto contendo um espaço em branco, onde está uma Cruz de Cavalaria preta.

  


Esboço das Preleções e Graus de Templo


Quarto  Grau
 
Cerimônia de Iniciação mui esmerada que apresenta ao Membro o estágio seguinte dos Elevados Ensinamentos, para ele ilustrando os mistérios da vida, seguido por uma série de monografias abrangendo os seguintes e importantes assuntos:


·         Origem e natureza da força vital no Homem, sua fonte, sua forma de manifestação

·         Conhecimento secreto dos Rosacruzes a respeito da força vital

·         Como penetra a força vital no corpo Humano

·         Como controla-la no corpo Humano

·         Como dirigi-la para toda a matéria viva

·         Método Rosacruz para intensificar a força vital

·         Prevenção do processo de degeneração no corpo Humano

·         Completa apresentação do antigo e secreto manuscrito de Nodin, explicando a natureza da força vital em todas as células vivas e como pode ser ela dirigida e controlada (acho que não faz mais parte dos estudos Rosacruzes)

·         Métodos para irradiar essa força vital e os segredos da vida longa e da saúde perfeita

·         Análise geral do conhecimento mais importante a respeito da força vital jamais ensinado ao Homem.
 

Obs. Lembro a todos que essas informações são antigas e podem ter sido alteradas com o passar dos anos.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Da Série "Ritos e organizações Maçônicos


A Real Ordem da Escócia (ROS)


Um corpo composto de Maçons do Rito Escocês com longos anos de serviço e altamente dedicados à Ordem. Enquanto foi aliada e considerada como um Grau do Rito Escocês nos Estados Unidos, esta Ordem estava sob a jurisdição do Rito de York, e era controlada pela Grande Loja da Escócia, e como resultado desta disposição anterior, está também aberto a Cavaleiros Templários por indicação do Grande Mestre Provincial. A Sociedade requer afiliação com o Rito Escocês (Grau 32°), ou um Cavaleiro Templário; e a recomendação de um membro. Este é o único corpo maçônico que é considerado uma Ordem Real autêntica. O corpo está sob a jurisdição da Grande Loja da Escócia. Nos Estados Unidos da América, o corpo opera como uma Grande Loja Provinciana, e o oficial presidente é um Grande Mestre Provinciano. É ilimitado em membros. Os dois graus de trabalhos são: 

·Grau de Heredom de Kilwinning  

·Grau de Cavaleiro da Rosa Cruz
 
 
Os Graus da OTO (Ordo Templi Orientis)



Caros amigos,


Como vocês devem saber, a história da OTO moderna é bastante complexa, e algum dia ainda poderemos debater mais detalhadamente sobre esse assunto.
Assim sendo, os sus graus de estudo também podem sofrer alterações, porém, a lista de graus que segue é uam das mais utilizadas.


Da Série "Simbolos dos Oficias Rosacruzes

O Capelão, deferentemente dos outros oficiais, possui dois símbolos e eles não são bordados diretamente na túnica e sim em uma estola branca, um de cada lado.


Da série Ensinamentos Rosacruzes


Esboço das Preleções e Graus de Templo

Terceiro Grau


Ritual de Iniciação incluindo demonstração de princípios alquímicos e fenômenos mentais, seguido por uma série de monografias abrangendo os seguintes assuntos em geral: (essa demonstração de princípios alquímicos foi retirada da iniciação, porém quando eu a realizei ainda existia e era muito ilustrativo, porém perigoso).
 
·         Leis do movimento e das transmutações em todo universo

·         Leis da Regeneração, evolução e involução

·         Evolução da consciência na vida

·         Natureza da consciência e seus atributos

·         Razão da vida

·         Propósito dos organismos vivos

·         Sensações da consciência

·         Manifestação e desaparecimentos da consciência

·         Consciência individual e coletiva

·         Inteligência

·         Intelecto

·         Imaginação

·         Visualização e criação mental

·         Perfeição da ação mental

·         Idealismo

·         Alquimia mística

·         Métodos mentais Rosacruzes

·         Percepção objetiva

·         Percepção psíquica

·         Atualidade das coisas e realização que delas temos

·         Realidades criadas

·         Atualidades que podem desaparecer

·         Atualidades que talvez não existam

·         Demonstrações de atualidade e realidade

·         Criações psíquicas

·         Criações mentais

·         Ilusões

·         Efeitos do meio ambiente

·         Efeitos do pensamento

·         Memórias da alma

·         Exercícios para despertar a memória e desenvolver a consciência Psíquica

·         Associação do Homem com o Cósmico

·         Deus e Mente Interior

·         Como estabelecer contato com a mente psíquica de outros

·         Homem psíquico separado do Homem físico

·         Como podem ser vistos ao mesmo tempo

·         Análise geral da dualidade mental e psíquica da consciência humana.


Obs. Lembro sempre a todos que essas informações são antigas e podem ter sido alteradas com o passar dos anos.

quinta-feira, 24 de maio de 2012


O Martinismo



 “O Martinismo visa colocar o homem novamente na senda da reintegração e da regeneração, sem qualquer outro objetivo.

 Mas, devemos dizer alguma coisa a respeito de como o Martinismo veio a existir. Seus fundamentos são os que foram promulgados por Martinez Pasquales, por volta da metade do século dezoito; seu nome, porém, é uma homenagem ao discípulo de Pasquales, Louis Claude de Saint-Martin.

Martinez Pasquales

 Os pontos fundamentais dos ensinamentos de Pasquales foram de início transmitidos oralmente aos grupos que ele organizou e instruiu. Esses grupos eram compostos principalmente de Maçons. A Maçonaria estava numa fase de transição e a experiência de certo modo causou confusão. Havia um conflito entre as antigas tradições do esoterismo e as ideias mais novas do fraternalismo liberal. Pasquales, Cagliostro e o Conde de Saint-Germain faziam sentir sua influência entre os Maçons no campo do misticismo genuíno da tradição mais antiga.


Se os ensinamentos de Pasquales tivessem sido plenamente aceitos e desenvolvidos, todo o caráter da França poderia ter se tornado diferente. Do modo como as coisas aconteceram, Pasquales foi prematuramente afastado de seu trabalho pela transição e não havia entre seus sucessores ninguém capacitado para efetuar a trasmutação.

Somente Jean Baptiste Willermoz e Luiz Claude de Saint-Martin tinham esperança de perpetuar a obra iniciada por Pasquales. Seus pontos de vista a respeito do que seu mestre havia tentado realizar eram muito diferentes. Quase que imediatamente eles começaram a trabalhar em campos opostos. Willermoz trabalhou no sentido de adaptar os ideais de Pasquales ao padrão da Maçonaria, limitando sua atividade totalmente a homens. Saint-Martin, por seu lado, não estava interessado em perpetuar práticas teúrgicas (de magia) e recusou-se a negar o que havia aprendido a qualquer pessoa cuja preparação espiritual fosse evidente.

Em 1891, quando os iniciados remanescentes se propuseram perpetuar e reviver a forma da obra de Pasquales, pouco restava de verdadeiro, além da chama espiritual que brilhava nas palavras de Saint-Martin. O espírito propulsor dos Martinistas de 1891 foi o Dr. Gérard Encausse, mais conhecido pelo nome de Papus. A ele se deve em grande parte a reconstituição do Martinismo e o planejamento de seu curso de estudos. Como ele pertencia a um grupo de esoteristas independentes, muitas ideias de natureza útil e prática foram indubitavelmente incluídas nos ensinamentos.

Dr. Gérard Encausse (Papus)

Nos dias de hoje, portanto, a Ordem reconstituída deve tanto a Papus quanto a Pasquales ou Saint-Martin. Ela foi totalmente simplificada, restando apenas os rituais mais simples, e só se dirige àqueles que são capazes de abraçar e nutrir ideias e princípios místicos da mais sublime qualidade. Muitos podem ser os chamados à sua mesa, mas só serão escolhidos para participar de seus manjares espirituais aqueles que forem suficientemente evoluídos para lhes dar o devido valor.”

Particularmente, eu achei uma grande pena Saint-Martin não ter perpetuado as práticas teúrgicas para o Martinismo moderno. Esse trabalho prático, em minha opinião, é essencial para o desenvolvimento espiritual do Homem, principalmente no mundo extremamente materialista que vivemos hoje.

Vou mais além, pelos meus contatos com vários estudantes de misticismo, eles dizem não se interessarem muito pelo Martinismo, como é praticado pela TOM, justamente pela falta do trabalho de magia.

Obviamente, os ensinamentos e os rituais da TOM são maravilhosos, mas se houvesse a parte prática, seriam ainda melhores.

(Obs. Como foi muito bem lembrado pelo Ir. Marcelo, a não não inclusão de trabalhos Teúgicos ocorre na TOM. Existem outras organizações Marinistas que a praticam regularmente)

Os estudos Martinistas são divididos em três graus de trabalho e mais um, de iniciador. São eles:

 1.    Associado

2.    Místico

3.    Superior
Da Série "Oficiais da Golden Dawn"
O Hierofante

 

O lugar do Hierofante é no Leste do Templo, na parte externa de Paroketh
para organizar o Templo sob a presidência dos chefes. Ele completa o lugar
do Senhor dos Caminhos agindo como um introdutor aos Mistérios Sagrados.
Seus símbolos e insígnia são:

O Trono do Leste no caminho de sameck sem o Véu
O manto vermelho brilhante

 O cetro de cabeça coroada

O Grande Lamen



“Expositor dos Mistérios Sagrados” é o nome do Hierofante e ele é Aeshurist,
ou Osíris do Mundo Inferior

A Bandeira do Leste


O topo é de aproximadamente 2/3 de comprimento dos lados. Os lados convergem
ligeiramente ao se aproximarem da ponta. A ponta inclina-se para baixo a mais
ou menos dez graus horizontais. No centro da bandeira está a Cruz da Cavalaria.
Sobreposto à junção central desta cruz está um hexagrama composto por dois triângulos
de cores contrastantes (fontes independentes falam em azul e vermelho).
As bordas que formam cada triângulo se entrelaçam com a do outro.
O entrelace é arranjado de forma a deixar um grande pedaço
escoberto em cada ponta. A ponta superior do hexagrama toca exatamente
a ponta superior da Cruz da Cavalaria e as outras pontas são arranjadas d
e forma que o centro do hexagrama com a junção dos braços da cruz.

(Há um defeito na ilustração, ela deveria conter um Tau branco em seu centro)


O Lamen do Hierofante:

Esse é um emblema circular. Os entrelaces sugerem que as diferentes partes
devem ter cores diferentes. Dentro da figura circular há um espaço e
depois um círculo concêntrico. Neste círculo está a Cruz da Cavalaria  com
um anel circular concêntrico nas extremidades da cruz que intercepta os
braços de modo a sugerir que o braço superior e os laterais se encontrariam 
se a interseção fosse visível ao invés de estar por baixo dos braços.